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Olá, Bem-vindas ao meu blog :) Neste blog vou conjugar duas coisas que me são essenciais: a escrita e a música. Pois bem, um espaço onde eu posso ser eu, sem esconder aquilo que sou! O que escrevo são histórias, as Fanfic's, cujos intervenientes são especiais, os Tokio Hotel...Eles foram grande parte de mim e nunca os esquecerei ♥ Espero que gostem :b Deixem opiniões (;

sábado, 28 de maio de 2011

What would you wish for, if you had one chance? - Capítulo 17

Capitulo XXVII – -Dance with me
[Tom]
Entre lágrimas emotivas aconchegou-se ao meu ombro. O filme deixava-a sempre assim.
-Porque é que não há finais assim na realidade? –Soluçou ela ainda de rosto escondido no meu ombro.
-Não há finais felizes na realidade Liebe.
[Emma]
Não suporto o final do filme e ainda assim é o meu favorito. Que caraças pá.

terça-feira, 17 de maio de 2011

What would you wish for, if you had one chance -Capítulo 16

Capitulo XXVI –  -The Notebook
[Emma]
O tempo passava mais depressa do que devia, ou pelo menos assim o sentia eu. Com 4 meses de vida as coisas tornam-se complicadas. Desisti de tomar qualquer medicação, afinal já estava mesmo no fim…
-Liebe, que estás a fazer princesa? –Perguntou Tom a entrar no quarto que tivera sido feito para mim…
-Não sei se chegaste a saber…eu tenho uma lista…
-Uma lista? –Pergunto confuso, a sentar-se ao meu lado na cama.
-Sim…tipo, daquelas cenas foleiras…aquilo que eu queria realizar antes de morrer.
-Docinho, não te estou a perceber…-Disse ajeitando a almofada nas suas costas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

What would you wish for, if you had one chance -Capítulo 15

Capitulo XXV –- Wanna be part of them?
[Tom]
-Então está esclarecido…Estava tudo relacionado. Desde o Bill a sangrar do nariz, desde as dores que nós sentimos…É óbvio…! –Disse eu sentado no sofá enquanto Bill se passeava na sala de um lado para o outro e a Emma encostava a sua cabeça no meu ombro. Os seus longos caracóis escuros caiam sobre os meus braços que acariciavam as suas mãos.
-Sim, isso e o facto de ela ter dito que gostava do Bill de uma maneira diferente. Eu sempre pensei que fosse amor, mas quando eu lhe dizia isso ela negava e dizia que gostava dele pelo que ele é mas não dessa maneira. –Disse-nos
-Mas como é possível? Nunca soubemos de nada. Nunca. –Reclamou Bill

sábado, 30 de abril de 2011

What would you wish for, if you had one chance - Capítulo 14

Capitulo XXIV – I like you
[Bill]
-Não! –Respondeu. –Ele…ele…o peluche era da Lilly. Deu-mo uns dias depois de nos conhecermos. Era ela que tinha aquela marca de nascença no antebraço.
-Isso quer dizer que… -Falei
-É melhor falares com a tua mãe ou com o teu padrasto antes de tirares conclusões. E o Tom?
-Vai falar com ele. Eu vou tentar falar com a minha mãe enquanto ela ainda está em casa –Olhei o relógio. Faltavam 15 minutos para ela entrar de serviço e como ficava a 5 minutos do trabalho ela saía quase em cima da hora.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

What would you wish for, if you had one chance? - Capítulo 10/11/12/13

Capitulo XX – Why don’t you come with us?
Eu queria sair dali. Estava pronta a fugir. Não era suposto passar os meus últimos dias ali presa com a memória da irmã que nunca tive apagada.
Mas o que iria fazer e como?
Dois dias depois da morte da minha melhor amiga ainda a sentia comigo.
O som de alguém a bater à porta interrompeu os meus pensamentos.
-Sim? –Perguntei num tom baixo
-Posso? –Perguntou uma voz familiar –Disseram que estavas aqui e eu queria falar contigo.
-Sim, entra. –Disse enquanto me levantava da cama e passava as mãos pelos cabelos para os alisar.

What would you wish for, if you had one chance? -Capítulos 8/9

Capitulo VII - WOW
[2 dias depois -Tom]
-Acordem parvos! –Gritou o Gustav de lá debaixo
Abri os olhos lentamente. Olhei o relógio digital na mesa de cabeceira e este marcava as 7:00 Horas certas.
Bill entrou em boxers no meu quarto.
-Levante-te Tom! Temos o concerto para dar no hospital –Disse ainda a esfregar os olhos
-Cala-te –Disse e atirei-lhe uma almofada, o que fez com que ele balançasse.
-É para hoje ou para o ano que vem? –Perguntou o Gustav de novo a gritar
Bill saiu do meu quarto. Tomei um duche e desci.
Chegámos ao hospital e lá foi o Tom fazer sorrisos falsos para uma tal de Drª Judy. Para ela, mas para os olhos de baixo, meu Deus. A mulher dava para fazer mais umas poucas.
“Tom, porque não deixas de pensar nisso e acenas a cabeça como se a estivesses a ouvir desde o início da conversa!?”
[Emma]
-Lilly, porque estás com a T-Shirt dos Tokio Hotel vestida? –Perguntei assustada, a pensar que ela teria descoberto a surpresa
-Porque…não sei! Senti que hoje ia ser diferente mas não sei. E além disso os médicos já me tiraram as máquinas, já posso respirar de alívio, por agora. Estou contente porque posso andar por aí.
-Pois é. Não te afastes de mim, por favor. Não hoje.
Fez-me uma cara estranha, mas assentiu.
-Vou só lá abaixo à portaria e já venho. Preciso de ar.
-Ok. Leva o tempo que quiseres.
Parte II
[Tom-Flashback]
-Ainda me devem uma explicação sobre isto…O que raio estou eu a fazer aqui, à borla? Sou famoso, o meu tempo é dinheiro.
Bill travou o carro de repente. Olhou para mim sério.

terça-feira, 26 de abril de 2011

What would you wish for, if you had one chance? - Capítulo 5/6

Capitulo V What did you wish for?
-Vá diz lá! Conta…
-Conto o quê querida? –Perguntei a Lilly fazendo-me desentendida
-Tu sabes…
Olhei-a confusa mas mesmo assim persisti.
-Conta Emma!
-Ok, mas não te chateies…
-Sim…agora diz…O que pediste?
Ela referia-se àquela coisa que o hospital faz…Isto:
[Start Flashback]
-Bom dia Emma –disse a Dr.ª Judy, psicóloga do hospital
-Bom dia –Retorqui.
-Como estás? –Perguntou não escondendo uma cara desanimada
-Já estive melhor…Dói-me muito  o corpo todo.
-Percebo…Hoje não estou aqui pelas melhores razões. Como sabes os médicos que estão acompanhar o teu caso encontraram umas anomalias. Segundo as contas deles tens probabilidades de não conseguir recuperar.
Eu ouvia atenta as suas palavras enquanto abanava a cabeça. Não estava assustada…quer dizer, não da morte. Mas tinha medo…medo que fosse ficar sozinha para lá da vida ou que sofresse daqui para a frente. Não era isso que queria. Qualquer medicamento que me forçasse a fazer um esforço demasiado grande ou passar por dores demasiado fortes era eliminado, nem que para isso tivesse de recorrer à morte adiantada.
-Entendo. –Respondi apática
A Dr.ª era nova. Quer em idade ou até mesmo na profissão. Notava-se pelo tremor nas palavras, pela voz suave que começou a fazer a partir de um momento da conversa. Tentava esconder a tristeza, e no fundo pena, que sentia por mim. Por pouco que não começou a chorar.
-Queremos saber o que queres…Como sabes este ano o hospital conseguiu reunir ainda mais fundos. O dinheiro vai ser aplicado nesta fase para que tu e os teus amigos que estejam na ‘fase final’ consigam viver bem até não poderem mais.
-Sim…-Pronunciei
-Qualquer coisa…tens alguma ideia?